Transformamos seu produto líquido em pó com a qualidade, a granulometria e a reidratação que o seu processo exige. Projetamos e fabricamos a planta completa: câmara, atomização, geração de ar quente, recuperação de finos e transporte do produto seco.
As capacidades se expressam como evaporação: fabricamos equipamentos configuráveis e sob medida de até 1.500 kg/h.
A secagem por atomização é a tecnologia industrial mais usada para obter sólidos em pó a partir de uma alimentação líquida. A solução ou suspensão é atomizada em um spray de gotas finas que entram em contato com uma corrente de ar quente dentro da câmara de secagem. A secagem das gotas forma partículas de umidade muito baixa, que podem ou não se aglomerar dentro da mesma câmara.
É a tecnologia indicada para produtos sensíveis ao calor: os tempos de residência são muito curtos e a temperatura do produto se mantém relativamente baixa.
Nosso domínio da tecnologia nos permite oferecer plantas com diferentes configurações conforme o tipo de produto, as propriedades da alimentação líquida e as propriedades buscadas no produto seco.
Câmara de secagem spray em operação.
Cada produto define a configuração do equipamento. Estas são as famílias sobre as quais mais nos consultam; se o seu não está na lista, podemos avaliá-lo da mesma forma com um ensaio prévio.
Leite integral e desnatado em pó, soro, permeados e concentrados proteicos. Aglomeração e instantaneização para reidratação rápida.
Café solúvel, ovo em pó, aromatizantes, corantes naturais, hidrolisados e extratos vegetais.
Princípios ativos e excipientes, com acabamento sanitário e rastreabilidade de materiais.
Sais, coagulantes como o policloreto de alumínio, cerâmicos, detergentes e produtos que exigem ciclo fechado com gás inerte.
Seis decisões definem o resultado. Nós as definimos junto com sua equipe técnica, com o produto em mãos, antes do projeto mecânico.
As câmaras contam com diferentes meios de aspersão para garantir o tamanho e a homogeneidade das gotas. O rotor atomizador dá maior flexibilidade na vazão de operação, com gotas de tamanho variável. Os bicos são menos flexíveis na vazão de alimentação, mas geram gotas menores e mais homogêneas. Os dois sistemas servem na maioria das aplicações: define-se caso a caso.
Conforme o tipo de câmara e o produto, o ar pode circular em cocorrente, entrando por cima e saindo por baixo; em contracorrente, de baixo para cima; ou em fluxo misto, com entradas em cima e embaixo e saída superior.
Mais etapas significam produto mais granulado e menor custo energético.
O líquido chega à umidade final em um único processo. Dá um pó fino, de reidratação média, com o menor investimento inicial.
O produto sai da câmara com um pouco mais de umidade e termina de secar em um leito fluido vibratório externo. Mesma câmara, outras condições de operação.
Câmara com leito fluido estático interno mais leito vibratório externo. O produto baixa a 12-15 % de umidade na câmara, a 5-6 % no leito interno e à umidade final do lado de fora, com ar frio final para ensacar sem empedramento.
O leito estático interno trabalha com uma corrente de ar independente, o que permite regular a temperatura sobre o produto quase seco: é a opção mais apropriada para produtos termossensíveis. Ali se produz boa parte da aglomeração que favorece a reidratação, algo buscado no leite em pó e no café solúvel.
Quando a presença de oxigênio é indesejável, pela formação de subprodutos ou pelo risco de explosão com produtos inflamáveis, projetamos e construímos sistemas com ar ou fluido inerte de secagem (N₂, CO₂) em ciclo semifechado ou fechado. Regula-se o teor de oxigênio e evita-se liberar na atmosfera compostos gasosos indesejados.
No aquecimento direto, o ar externo se mistura com os gases de combustão até alcançar a vazão e a temperatura requeridas, e essa mistura entra em contato com o produto. Para certos alimentos usa-se aquecimento indireto: o ar é aquecido por trocador e os gases de combustão nunca tocam o produto.
Recircular para a câmara uma parte do pó gerado aglomera parcialmente as partículas e deixa espaços internos: a água entra, entra em contato com muita superfície e o produto se hidrata com facilidade. No leito fluido interno completa-se a aglomeração. Para assegurar a dispersabilidade também se pode aplicar lecitina sobre o produto final, na forma de um spray superficial fino.
Testamos seu produto em planta piloto e medimos como ele se comporta antes do projeto mecânico final. Menos risco para o seu investimento.
Capacidade metalúrgica própria na Argentina, com padrões de exportação. Peças de reposição e serviço sem importar nada.
Equipamentos colocados em operação na Argentina, Brasil, Chile, Uruguai, México, Colômbia, El Salvador, Paraguai, Bolívia e Venezuela.
Respaldo técnico da SEI Contreras, com engenheiros que falam o seu idioma e atendem a sua planta.
Fabricamos equipamentos configuráveis e sob medida de até 1.500 kg/h de evaporação. A capacidade sempre se expressa como água evaporada, não como pó produzido: a água define o tamanho da câmara e o consumo de energia.
Depende do pó que você precisa. O disco rotativo trabalha bem com suspensões e produtos viscosos e dá partícula mais fina; o bico de pressão gera partícula maior e mais densa. Nos ensaios em planta piloto isso se define com o produto real.
Se o produto entra diluído, sim. Evaporar água em um evaporador falling film custa uma fração do que custa evaporá-la dentro do secador. Na calculadora de secagem do site você pode ver quanto economiza com os seus números.
A WITech D&E projeta e fabrica secadores spray na Argentina, com mais de 30 anos de experiência, mais de 190 projetos realizados em 10 países e planta piloto própria no Parque Empresarial Austral, Pilar, para ensaiar seu produto antes de investir.
Com o produto, a capacidade e o uso final respondemos em menos de 24 horas úteis, com uma primeira avaliação técnica. Se desejar, coordenamos um ensaio com sua amostra.